Notícias

Durante o 3º Congresso de Saúde Pública, em Matinhos, o estande do Inesco recebeu autores e convidados para o lançamento de livros.

São as obras: “35 anos de História da Luta contra o Tabagismo no Paraná”, de Jonatas Reichert, um resgate envolvendo pesquisa de documentos, entrevistas e depoimentos de antigos colaboradores do Programa estadual de Combate ao Tabagismo (PECT); “Supervisão Clínico-Territorial: um Dispositivo de Transmissão e Formação de Equipes da Atenção Psicossocial”, de Cleuse Maria Barleta, que também apresentou o tema numa das rodas de debate; e “Valor, Talento e Método”, de Carlos Homero Giacomini.

Outra obra que teve divulgação foi “Cuidando do Idoso e sua Família em Situação de Fragilidade”, de Celita Salmaso Trelha e Mara Solange Gomes Dellaroza, que foi distribuído gratuitamente aos participantes do Congresso.

E ainda a íntegra do livro “Sou Cidadã”, com a história da líder comunitária Rosalina Batista, que foi publicada no Suplemento 5 do Volume 16 da Revista Espaço para a Saúde, com lançamento no Congresso.

No 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública (27 a 30 de julho, em Matinhos), foram realizadas 28 Oficinas de Trabalho de Conhecimentos - minicursos com 4 horas de duração - e outras 20 oficinas de Trabalho de Produto - de 6 a 8 horas. Os temas foram os mais variados e o interesse muito grande. Nos dois dias de oficinas, inscritos em listas de espera disputavam vagas.

Na sala 13B do Campus Litoral da UFPR, encontramos Júnia Aparecida da Mata Fujita,enfermeira e cientista. Doutoranda em Enfermagem na Faculdade de Enfermagem da Universidade Estadual de Campinas (FEnf/Unicamp), é Mestre em Educação e Saúde na Infância e Adolescência pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Pós-graduada em Enfermagem Obstétrica e em Saúde da Família.

Ela coordenava a oficina sobre “Parto Domiciliar Planejado Atendido por Enfermeiros”, questão que vem sendo bastante discutida atualmente e que ela acompanha de perto. Júnia é membro do Grupo de Pesquisa em m Saúde da Mulher e do Recém-nascido da FEnf/Unicamp; integrante da Comissão de Saúde da Mulher do Conselho Regional de Enfermagem do Paraná (Coren-PR); enfermeira Obstetra no Instituto de Ensino e Pesquisa da Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saúde de Curitiba (IEP/Feaes). Também possui experiência na Área da Assistência, do Ensino e da Pesquisa, com Ênfase em Saúde Materna-infantil.

Segundo Júnia Fujita, o Parto Domiciliar Planejado (PDP) é uma modalidade de nascimento que tem crescido no Brasil e os enfermeiros obstetras têm se integrado, de forma crescente, a este tipo de atendimento. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que seja respeitada a escolha da gestante sobre o local do parto e que ela receba assistência no nível mais periférico onde o nascimento for viável e onde se sinta mais segura e confortável. Trata-se de uma boa prática obstétrica, na opinião dela.

Júnia explica que a Rede Cegonha, política pública brasileira, corrobora com a OMS e propõe a adoção dessa boa prática. Entretanto, a implementação da Rede Cegonha e das recomendações da OMS se dá de forma lenta e difícil no país, pois o parto fora do ambiente hospitalar ainda não integra efetivamente a rede de atenção à saúde e não há um protocolo nacional que oriente os profissionais quanto a este serviço. Diferentemente de outros países como, por exemplo, a Holanda.

“A cultura cesarista e o modelo tecnocrático de assistência ao parto, tão presentes no Brasil, colaboram para que os profissionais envolvidos no atendimento ao PDP recebam pouco incentivo e enfrentem muitas dificuldades na prática. Além disso, as mulheres que optam por este tipo de nascimento, por vezes, são hostilizadas e tratadas como irresponsáveis. Estas são questões significativas que devem ser abordadas no âmbito da saúde pública”, diz Júnia.

De acordo com a enfermeira e cientista, muitos profissionais de enfermagem têm assistido ao PDP à margem do serviço público de saúde brasileiro, adotando as orientações de outros países. “Eu por exemplo, adoto protocolos da Holanda, do Canadá e dos Estados Unidos da América e as recomendações do American College of Nurse-Midwives, da OMS e do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). Além disso, fundamento minha prática em evidências científicas robustas. É isso que muitas os profissionais que atendem o PDP no Brasil fazem”.

Júnia comentou que no Paraná existem diversos grupos de enfermeiros que prestam este tipo de serviço, contribuindo para transformar a atenção obstétrica no Estado, resgatando a autonomia e liberdade da mulher e de sua família no processo, recebendo os bebês no mundo de forma respeitosa, amorosa e segura. “As evidências científicas revelam que o parto assistido por enfermeiras obstetras ou parteiras de entrada direta relaciona-se a menos intervenções e maior sensação de controle da parturiente”.

O Conselho Regional de Enfermagem- Seção Paraná (Coren-PR), na busca de regular o atendimento do PDP por enfermeiros na sua abrangência, publicou em janeiro deste ano o Parecer Técnico 001/2016, no qual Júnia Fujita foi coautora. Este documento dispõe sobre a atuação do enfermeira obstetra no parto domiciliar e os critérios para o cadastramento para fins de emissão e preenchimento de Declaração de Nascido Vivo (DNV). “Foi o ativismo das profissionais que atendem PDP no Estado que fomentou a criação deste Parecer. O Coren- PR é favorável ao Parto Domiciliar Planejado atendido por enfermeiro obstetra. A Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras (Abenfo) e os Conselhos de Enfermagem têm apoiado esse atendimento e reforçado sobre a autonomia e liberdade dessas profissionais neste âmbito. É um avanço significativo, resultante do ativismo de feministas, profissionais, mulheres/famílias e movimentos sociais”.

Para atender ao PDP é preciso que o enfermeiro desenvolva algumas competências e conheça profundamente os aspectos éticos e legais que envolvem sua profissão. Foi nessa vertente que a oficina seguiu, promovendo a discussão e reflexão sobre o tema, bem como os aspectos éticos e legais que envolvem essa prática. Foram oferecidas aos participantes, informações que possam orientá-los na iniciação nesta área ou que fomentem o aprimoramento daqueles que já atuam. Promoveu-se também a troca de experiências. “Acredito que gerou bons resultados”, avaliou. Para Júnia, “oferecer uma Oficina sobre este tema em um evento sobre saúde pública é inovador e demonstra o comprometimento dos envolvidos na organização com a abordagem das questões emergentes na saúde pública brasileira”.

Terminou no último sábado (30/07) em Matinhos, o 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva, que reuniu no Litoral do Paraná mais de 1.200 pessoas, vindas de 132 municípios paranaenses, além de participantes de outros 13 Estados e do Distrito Federal.

Promovido pelo Inesco – Instituto de Estudos em Saúde Coletiva e SESA/ Escola de Saúde Pública (Centro Formador de Recursos Humanos), o Congresso teve o patrocínio do Ministério da Saúde, Fundação Araucária, UFPR e prefeituras dos sete municípios do litoral paranaense e o apoio de diversas instituições e órgãos nacionais de ensino superior e da saúde.

Para os organizadores, o evento atingiu plenamente os objetivos. Foram discussões sobre como estão os serviços de saúde pública e o que é possível fazer para melhorar. Apontamentos de experiências inovadoras que estão modificando a gestão e a realidade do atendimento na atenção básica aos usuários. Reflexões sobre como esses novos olhares vão fazer com que aumentem a eficiência e a resolutividade dos serviços de saúde pública, a começar pela formação acadêmica em todos os cursos da carreira da saúde, a educação permanente dos profissionais e a capacitação de conselheiros e líderes comunitários.

O Congresso foi dirigido a profissionais e dirigentes dos serviços de saúde, professores, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação em saúde, conselheiros de saúde, líderes e dirigentes de entidades e movimentos comunitários ligados à área. Eles participaram de 48 oficinas temáticas, além de conferências, painéis de discussão, mesas redondas, lançamentos de livros e outras atividades.

Segundo o professor João Campos, presidente do Inesco e coordenador geral do Congresso, o evento foi o espaço que permitiu o debate entre os participantes, em relação às suas percepções e vivências, quanto às dificuldades e oportunidades para o avanço na atenção básica de saúde, no atendimento e em novos programas.

AGENDA DE EFICIÊNCIA PARA O SUS

As propostas do consultor Eugênio Vilaça Mendes, um estudioso de sistemas de saúde do mundo todo, foram destaque no Volume 17 da Revista de Saúde Pública, que teve o lançamento durante o Congresso. Em entrevista à publicação, Vilaça analisa que “o modelo de gestão que se opera no SUS é o da oferta, que responde a demandas individuais isoladamente, por basear-se em parâmetros construídos por séries históricas e por enfrentar o desequilíbrio entre oferta e demanda com um viés de aumento da oferta. Há evidências na experiência internacional de que esse modelo esgotou-se e, por esta razão, deve ser substituído pelo modelo da gestão da saúde da população”.

Vilaça reforça que além da mudança no modelo de gestão, há que se buscar um equilíbrio entre a gestão dos meios (a gestão dos recursos humanos, materiais e financeiros) e a gestão dos fins (gestão da clínica). De acordo com o consultor, “a gestão da clínica é um conjunto de tecnologias, destinado a prover uma atenção à saúde de qualidade: centrada nas pessoas e nas famílias; efetiva, estruturada com base em evidências científicas; segura, que não cause danos às pessoas e aos profissionais de saúde; eficiente, provida com os custos ótimos; oportuna, prestada no tempo certo; equitativa, de forma a reduzir as desigualdades injustas; e ofertada de forma humanizada”.

Para Vilaça, “as tecnologias de gestão clínica mais comumente utilizadas são as diretrizes clínicas baseadas em evidências, a gestão das condições de saúde, a gestão de caso, a auditoria clínica e as listas de espera. O impacto da gestão da clínica na eficiência e na qualidade dos serviços de saúde é enorme, especialmente ao aporte que se dá à incorporação e ao uso racional das tecnologias médicas”. Segundo afirma o consultor na entrevista, em um momento de crise do SUS, em que novos recursos dificilmente serão incorporados em prazo mais ou menos curto, uma agenda de eficiência se impõe.

Essas e outras propostas também foram debatidas no 3º Congresso de Saúde Pública, durante os painéis sobre a Agenda de Eficiência para o SUS, relacionadas à gestão (da Clínica e de Recursos) e Financiamento. Além de Eugênio Vilaça, participou René Santos, da Assessoria Técnica do CONASS - Conselho Nacional dos Secretários de Saúde. Foram discussões importantes para o necessário aprimoramento dos atuais padrões de financiamento, de organização, de formação profissional, de assistência e de gestão que o SUS tem adotado nos últimos anos.

Os representantes do Conass consideram que o Paraná vem contribuindo para o incremento da eficiência do SUS no Estado. Vilaça citou três projetos que atendem á esse objetivo: O APSUS, o COMSUS e o projeto de Governança Regional.

Marise Dalcuche, da diretoria geral da SESA e chefe do Núcleo de Descentralização do SUS no Paraná, apresentou a experiência do Estado, cuja base é o modelo proposto pelo professor Eugênio Vilaça, com diretrizes básicas para o atendimento na Atenção Básica à Saúde.

Um dos projetos considerados exemplos de sucesso de eficiência no atendimento do SUS no Paraná, segundo Marise, é a Rede Mãe Paranaense, que foi iniciada em 2013 para o atendimento de gestantes de alto risco. Neste período, 906 gestantes foram atendidas em oito regionais de Saúde, em 150 municípios do Paraná. Atualmente, estão em atendimento mais de 400 mulheres. Pelo mesmo programa, todas as gestantes com Zika receberam atendimento especial e todas as crianças nascidas dessas gestações terão acompanhamento até um ano de idade. Este trabalho, segundo Marise, demonstra a aplicabilidade das tecnologias de gestão de clínicas.

Segundo os organizadores, a participação do CONASS deu dimensão nacional ao 3º Congresso de Saúde Pública, na busca pela capacitação dos profissionais e de inovações que colaborem com a eficiência do SUS.

PREMIAÇÃO INOVA SAÚDE ENCERROU O CONGRESSO

Durante o 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública, foi realizada também a 2ª Mostra Paranaense de Projetos de Pesquisa para o SUS. Ana Lúcia Fonseca, vice-diretora da Escola de Saúde Pública e presidente da Comissão Científica do Congresso, destacou que o grande objetivo foi alcançado: “a integração do ensino, serviço e comunidade, na construção do conhecimento e como ferramenta que pode contribuir com as políticas públicas de saúde”.

Dos 513 trabalhos inscritos na Mostra, 475 foram escolhidos para apresentação, em forma de palestra ou de pôster dialogado. Relatavam projetos e experiências de 122 municípios paranaenses. Desses, 63 foram pré-selecionados pela Comissão Julgadora para concorrer à 1ª edição do Prêmio, que teve o patrocínio da Fomenta Paraná, Compagás e Sanepar.

Após a avaliação das apresentações, foram definidos os três primeiros lugares de cada tema proposto: Políticas Públicas de Saúde - Redes de Atenção à Saúde; Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde; Formação em Saúde e Integração ensino-serviço-comunidade; Planejamento e Gestão em Saúde; Vigilância em Saúde; Tecnologias de Informação e Comunicação em Saúde; Tecnologias do Cuidado em Saúde Pública.

A premiação foi durante a solenidade de encerramento do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública, com a participação do secretário estadual de Saúde, Michele Caputo Neto. “Temos que dar mais espaço para a inovação em nossa área. Por isso, somos parceiros na promoção deste prêmio que incentiva cada vez mais nossos profissionais a buscarem soluções criativas para qualificar o SUS”, destacou o secretário. E ressaltou: “Sem dúvida, contamos com os melhores profissionais de saúde pública do país. Se hoje temos avançado e se destacado em várias áreas, isso se deve a qualidade e ao comprometimento desta equipe valorosa que atua em nossa rede”.

Segundo o professor João Campos, com o apoio da Secretaria da Saúde, o Inesco espera perpetuar este prêmio e torná-lo um evento anual.

HOMENAGENS

A equipe do 3º Congresso contou com a participação de diversos profissionais, em todas as fases de organização. A escolha da identidade visual do Congresso, por meio de concurso, foi um marco importante. O quadro que integrou todas as peças de divulgação do Congresso é uma obra de Laércio Gomes, que foi homenageado pelos organizadores na abertura do evento.

A Conselheira Municipal e Estadual de Saúde e líder comunitária, dona Rosalina Batista, recebeu do Inesco um Diploma de Honra ao Mérito. Na década de 1990, ela e outras ex-trabalhadoras rurais formaram na região Sul de Londrina uma entidade para defender direitos básicos, como escola, saúde, cidadania: a Associação das Mulheres Batalhadoras do Jardim Franciscato. O projeto se ampliou e, em 2002, foi fundada a Biblioteca Virtual, onde são realizados cursos de capacitação e atividades para os moradores.

Rosalina hoje leva os exemplos de luta e conquistas por todo o país e também no Exterior. No Congresso, em Matinhos, ela participou de duas oficinas temáticas: “Democratização e qualidade da gestão pública em saúde” e “capacitação de Conselheiros de Saúde e de Secretarias de Conselhos Municipais de Saúde: proposta, conquistas e desafios”.

“BRASIL SEM MOSQUITO”

A Madre Ignez, conhecida como a “Freira do Rap” pelo trabalho de evangelização baseado na arte que realiza no Litoral, fez uma apresentação na solenidade de encerramento do Congresso.

Atendendo pedidos dos organizadores do evento, ela compôs o Rap “Brasil sem Mosquito” e gravou um clipe, para conscientizar toda a população no combate à dengue e outros vírus.

Assessoria do Inesco/com SESA

Cerimônia de entrega foi realizada na manhã de 30 de julho, no encerramento do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva, com a presença do secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto.

EIXO 1 – FORMAÇÃO EM SAÚDE E INTEGRAÇÃO ENSINO-SERVIÇO-COMUNIDADE
3º Lugar
- Caiu na rede
-Autor: Rafael Soares Corrêa

2º Lugar
-TBL como Metodologia de Avaliação
-Autora: Fernanda de Andrade Galliano Daros

1º Lugar
-Formação continuada em medidas de prevenção e posvenção do suicídio para colaboradores da saúde em Maringá-PR-Brasil
-Autora: Raquel Pinheiro Neaves Antoniassi

EIXO 2 – GESTÃO DO TRABALHO E DA EDUCAÇÃOEM SAÚDE
3º Lugar
-Educação Sanitária: Integralidade e Formação em Processamento de Produtos de Saúde
-Autora: Claudia Ribeiro Reis

2º Lugar
-Reproduzindo Técnicas de Curativo em cenário mais próximo de situações reais: Relato de Experiência
-Autora: Roseli Inês Resende

1º Lugar
-Mudança de Tecnologia em Central de Materiais para redução de custos hospitalares
-Autora: Viviane Vidotti

EIXO 3- PLANEJAMENTO E GESTÃO EM SAÚDE
3º Lugar
-Modelo Gerencial no processo na redução da Mortalidade Infantil
-Autora/o: Greicy Cezar do Amaral

2º Lugar
-A contratualização na Atenção Primária: a percepção dos profissionais de saúde no município de Curitiba – PR
-Autora: Thabata Cristy Zermiani

1º Lugar
-Reestruturação do Serviço de Abastecimento da Secretaria Municipal de Saúde de São José dos Pinhais – PR
-Autora: Scheila Maria Graczyk Takayasu

EIXO 4 – POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE; RDE DE ATENÇÃO À SAÚDE
3º Lugar
-Brinquedo terapêutico em Unidade Pediátrica: diferentes conceitos da Equipe de Enfermagem
-Autora: Enedina Beatriz Porto Braga Misael

2º Lugar
-Perfil dos usuários atendidos no Modelo de Atenção às Condições Crônicas no Consórcio Público Intermunicipal de Saúde do Setentrião Paranaense
-Autora: Lais Cristine Pilger

1º Lugar
-Projeto Saúde do Homem
-Autor: Keullin Cristian Oliboni

EIXO 5 - TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EM SAUDE
3º Lugar
– Sistema de Informação para Liberação de Imunobiológicos especiais SI-LIE: Tecnologia favor da Saúde
- Autora: Fernanda Crosewski

2º Lugar
-Sistema Informatizado para Gestão de Fluxo e Acolhimento com Classificação de Risco
-Autora: Viviane Vidotti

1º Lugar
-Aplicativo Móvel para autocuidado de adolescentes com Diabetes Melitus Tipo 1
-Autora: Valquiria Fernandes Marques

EIXO 6 – TECNOLOGIAS DO CUIDADO EM SAÚDE PÚBLICA
3º Lugar
-Grupo Caminhando e Contando ferramenta de cuidado e promoção da saúde na Atenção Básica em Piraquara – PR
-Autora: Luna Rezende Machado de Souza

2º Lugar
-Observatório para sífilis gestacional e congênita em Londrina –PR
-Autora: Flaviane Mello Lazarin

1º Lugar
-Serviço Aeromédico Paraná Urgência/SAMU base Cascavel: Atendimento Neonatal
-Autora: Vanessa Coldebella

EIXO 7 – VIGILÂNCIA EM SAÚDE
3º Lugar
-Avaliação do Controle de Temperatura no Transporte de Hemocomponentes em hospital filantrópico de Paranavaí – PR
-Autor: Romir Rodrigues

2º Lugar
-Regras de Predição Clínica para a Dengue
-Autora: Ana Victória Palagi Viganó

1º Lugar
-Adequação de Boas Práticas Higiênicas em supermercados de um município da Região Metropolitana de Curitiba – PR: condições de temperatura, higiene de superfícies e gerenciamento de resíduos sólidos
-Autora: Danieli Muchalak dos Santos

Representantes do CONASS – Conselho Nacional dos Secretários de Saúde, coordenaram nesta sexta-feira (29/07) três painéis sobre a Agenda de Eficiência do SUS, no 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública, realizado na UFPR – Litoral, em Matinhos.

No Painel 1 - sobre Gestão Clínica - a chefe do Núcleo de Descentralização do SUS no Paraná, Marise Dalcuche, da diretoria geral da SESA, apresentou a experiência do Estado, cuja base é o modelo proposto pelo professor Eugênio Villaça Mendes, que coordenou as discussões. Ele defende como fundamental a diretriz básica para o atendimento na Atenção Básica à Saúde.

Entre as premissas que Marise ressalta como diretrizes estão a estratificação de risco, a vinculação do usuário às equipes de Atenção Primária (APS) e de Atenção Especializada (AE) e o relacionamento direto e presencial entre os profissionais da APS e da AE, que até então praticamente não existia. Ela ressaltou também a implantação de um Plano de Cuidado do Usuário, que elaborado pela equipe do ambulatório de especialidades mantém o histórico do paciente também quando ele volta à Unidade Básica. “Isso agiliza o atendimento e o seu acompanhamento sempre que o usuário procura os serviços do SUS”, reforça.

Outro exemplo de sucesso de eficiência no atendimento do SUS no Paraná, citado por Marise Dalcuche, é a Rede Mãe Paranaense, que foi iniciada em 2013 para o atendimento de gestantes de alto risco. Neste período, 906 gestantes foram atendidas em oito regionais de Saúde, em 150 municípios do Paraná. Atualmente, estão em atendimento mais de 400 mulheres. Pelo mesmo programa, todas as gestantes com Zika receberam atendimento especial e todas as crianças nascidas dessas gestações terão acompanhamento até um ano de idade. Este trabalho, segundo Marise, demonstra a aplicabilidade das tecnologias de gestão de clínicas.

Outras duas expositoras participaram do Painel 1. Maria José Evangelista falou sobre “Planificação da atenção à saúde e Eliana Dourado abordou “Atenção Ambulatorial Especializada”.

René Santos, da Assessoria Técnica do Conass, foi responsável pela coordenação dos outros dois painéis. “Agenda de eficiência para SUS II – Financiamento”, com as expositoras Viviane Rocha de Luiz – “Financiamento do SUS” e Ana Paula Soter – “Revisão da Portaria GM/MS 204/2007” e ainda o painel “Agenda de eficiência para o SUS III – Gestão de Recursos”, que terá os expositores Ana Paula Soter – “Administração Pública”, Lourdes Lemos Almeida – “Planejamento no SUS e Haroldo Pontes – “Gestão do Trabalho no SUS”.

Essas discussões são importantes para o necessário aprimoramento dos atuais padrões de financiamento, de organização, de formação profissional, de assistência e de gestão que o SUS tem adotado nos últimos anos.
Segundo os organizadores do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública, a participação do CONASS deu dimensão nacional ao evento, na busca pela capacitação dos profissionais e de inovações que colaborem com a eficiência do SUS.

O Secretário de Estado de Saúde do Paraná, Michele Caputo Neto, participa na manhã deste sábado (30/07), em Matinhos, da entrega do Prêmio Inova Saúde Paraná, aos 21 trabalhos selecionados pela Comissão Julgadora.

A solenidade encerra o 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública, realizado desde quarta-feira (27/07), no Campus Litoral da Universidade Federal do Paraná, com 1.200 participantes de 13 estados e do Distrito Federal.

Iniciativa do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - iNESCO e da Secretaria de Saúde do Paraná, o 1º Prêmio INOVA SAÚDE PARANÁ, que tem como objetivos reconhecer, identificar e premiar projetos e experiências inovadoras na saúde pública, conta com a parceria e o apoio da Sanepar, Compagas e da Fomento Paraná.

No total, 513 trabalhos foram submetidos à Comissão Científica do Congresso, que selecionou 475 projetos desenvolvidos em 122 municípios paranaenses. Eles foram apresentados por profissionais, professores e estudantes de graduação e de pós-graduação dos cursos da área da saúde, servidores públicos e líderes comunitários com atuação no setor da saúde.

Dos selecionados, a Comissão Julgadora Interdisciplinar do 1º Prêmio INOVA SAÚDE PARANÁ destacou 63 trabalhos para concorrer à premiação em sete áreas temáticas: Formação em Saúde e Integração ensino-serviço-comunidade, Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde, Planejamento e Gestão em Saúde, Políticas Públicas de Saúde – Redes de Atenção, Tecnologias de Informação e Comunicação em Saúde, Tecnologias do Cuidado em Saúde Pública e Vigilância em Saúde.

De acordo com o regulamento, serão premiados os três melhores colocados de cada uma das sete categorias. Para o primeiro de cada categoria serão concedidos diploma, troféu e oferta de publicação no Número 2 da Revista Espaço para a Saúde/ Revista de Saúde Pública do Paraná, a ser lançada em dezembro de 2016. Para os 2º e 3º lugares em cada eixo temático serão concedidos diplomas e medalhas.

Assessoria do Inesco -
DIVULGA Comunicação - Jornalistas: Ligia Barroso - (43) 9996-2614 - Eugenia Chaiben (43) 9941-1168 - Email: divulga.pr@sercomtel.com.breugeniachaiben@hotmail.com

Diversas ações e programas estratégicos da Secretaria da Saúde estão sendo apresentados durante o 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva, realizado nesta semana, em Matinhos. O Estado também mantém um estande no local, onde os congressistas podem conhecer um pouco mais sobre a política de saúde que vem sendo adotada no Paraná.

A programação científica conta com oficinas temáticas que tratam de experiências de sucesso da Secretaria da Saúde, como o VigiaSUS, o Modelo de Atenção às Condições Crônicas, a Unidade de Cuidados Continuados Integrados, a Ouvidoria do SUS, o Sistema Estadual de Informações em Vigilância Sanitária e o Sistema Estadual de Transplantes. Mais de 1,2 mil pessoas participam do evento.

"O congresso tem sido um importante espaço de debate em prol da qualificação do SUS no Paraná. Por conta disso, trouxemos nossas experiências para apresentar os resultados já alcançados e buscar, junto aos profissionais, alternativas para aprimorar essas políticas públicas", destacou o secretário estadual da Saúde em exercício, Sezifredo Paz.

Ao todo, são 48 oficinas temáticas divididas em eixos de conhecimento e de produto. Cada uma tem carga-horária des quatro a oito horas, dependendo do assunto tratado. Nas oficinas de produto, ao final das atividades, há ainda a elaboração de um documento com propostas dos participantes visando contribuir para a melhoria das políticas públicas apresentadas.

De acordo com o presidente do Inesco, João Campos, a intenção é justamente proporcionar um momento de construção coletiva de propostas para o SUS. "Estamos dando condições para que todos ajudem na construção do SUS. O Paraná vive uma situação diferenciada dos demais Estados, mas ainda há muito que fazer", afirmou.

OFICINAS - Bastante concorrida, a oficina sobre o Modelo de Atenção às Condições Crônicas, nesta quinta-feira (28), abordou esta nova estratégia que é a aposta do Governo do Estado para melhorar o atendimento dos pacientes, sobretudo aqueles com hipertensão e diabetes. Já implantado em centros de especialidades da região de Maringá e Toledo, o modelo tem reduzido significativamente o número de internações relacionadas a estas doenças de base.

Outra oficina que despertou grande interesse dos congressistas foi sobre os desafios da desjudicialização da saúde. O ex-assessor jurídico da Sesa e agora presidente da Fundação Estatal de Atenção à Saúde (Funeas-PR), Carlos Alexandre Lorga, coordenou os trabalhos e deu orientações sobre como atuar frente ao crescente número de demandas judiciais relacionadas à saúde.

O secretário de Saúde de Sertaneja, Cornélio Domingos Neto, que participou da oficina de governança das redes, afirmou que participar deste tipo de evento permite que o gestor faça uma reflexão acerca da situação de seu município. "Com a oficina e os relatos de outros gestores, percebi que podemos melhorar em várias áreas em nossa cidade. Uma delas é a Rede Mãe Paranaense, que precisa de alguns ajustes para qualificar cada vez mais o atendimento de gestantes e bebês", revelou.

PROGRAMAÇÃO - O 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública segue até sábado (30), no campus litoral da Universidade Federal do Paraná. Na sexta feira (29), a programação envolve conferências, rodas de debates, painéis de discussões e apresentação dos trabalhos da 2ª Mostra Paranaense de Projetos de Pesquisa para o SUS. No sábado, o destaque fica por conta da divulgação dos vencedores do 1º Prêmio Inova Saúde, que reúne os melhores trabalhos da mostra.

Fonte: SESA

O Canal Saúde realizou na quinta-feira (28/07), em parceria com a Assessoria de Comunicação da Secretaria da Saúde do Paraná (SESA), mais uma edição da sua oficina de Comunicação e Saúde, desta vez no litoral do Paraná. A atividade fez parte do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública, promovido pelo Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (INESCO) em parceria com a Escola de Saúde Pública da SESA, no Campus Litoral da Universidade Federal do Paraná (UFPR), no município de Matinhos (PR).

Ao todo, 27 pessoas participaram, entre agentes comunitários de saúde, profissionais e estudantes da área. Pela manhã, a superintendente do Canal Saúde, Márcia Corrêa e Castro, abriu a oficina apresentando o Canal Saúde. Logo em seguida, a coordenadora de comunicação da SESA, Quitéria Neves, falou sobre o trabalho da assessoria na Secretaria de Saúde do Estado, e destacou a necessidade de se adaptar a linguagem utilizada em cada ação de comunicação em saúde a um público-alvo específico.

Na parte da manhã, o debate teve como foco a comunicação como espaço de construção de sentidos e verdades e como processo contínuo de diálogo em rede. Os participantes foram orientados a aplicar os princípios (universalidade, equidade e integralidade) e as diretrizes (descentralização, hierarquização e participação popular) do Sistema Único de Saúde (SUS) também nas ações de comunicação relacionadas à saúde.

Saúde: tema que não sai da mídia

Na parte da tarde, Quitéria fez uma exposição sobre a relação entre saúde pública e mídia, e debateu com os participantes o cenário, frequentemente propagado pela mídia, de que há "um caos na saúde pública brasileira". As possibilidades e os desafios criados pelo crescimento das redes sociais também tiveram espaço na discussão. A parte final da oficina foi ocupada por um exercício: os participantes de dividiram em grupos e elaboraram o escopo de planos de comunicação para combater situações-problemas vividas na rotina dos profissionais de saúde.

Comunicação como instrumento de trabalho na saúde

Segundo Quitéria, o grande mérito desta oficina de Comunicação e Saúde foi ensinar os participantes a usarem constantemente as ações comunicacionais como ferramentas de trabalho. "Para o profissional de saúde, parece que a comunicação está fora da sua atividade. A oficina é o espaço para que as pessoas entendam o papel da comunicação, e possam usar isso de forma mais eficiente", explica.

Joseane Amaral, que é agente comunitária de saúde no município de Wenceslau Braz (PR), concorda, e diz que o conteúdo recebido vai ajudar no seu trabalho. "Informação sempre ajuda. Na oficina, vimos que tudo tem a forma de falar. Se você falar a mesma coisa, mas de forma errada, não vai ter o mesmo resultado. Isso a gente vai aprendendo", comenta. Ela elogiou o ritmo e a dinâmica da atividade. "Nós viemos de longe e chegamos de madrugada. Imaginamos que estaríamos muito cansadas hoje, mas foi animado e interessante, isso que é importante", conclui.

Para a superintendente do Canal Saúde, Márcia Corrêa e Castro, que ministrou a oficina, o perfil dos participantes contribuiu para o enriquecimento do debate. "O mais interessante é que foi um público formado majoritariamente por agentes comunitários de saúde, o que nos permitiu abordar a comunicação mais diretamente na relação do profissional com o usuário do SUS - uma perspectiva não comumente abordada nesse tipo de oficina", explicou.

Sobre o Congresso

O 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública ocorre de 27 a 30 de julho de 2016, e tem como tema central "Novos olhares para a saúde". O evento, que busca contribuir para a expansão e qualificação da saúde pública no Paraná, é voltado a profissionais e dirigentes que atuam nos diversos serviços de saúde, professores, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação em saúde, conselheiros de saúde, líderes e dirigentes de entidades e movimentos comunitários de saúde.

Além de conferências, lançamentos de publicações, encontros, rodas de debate e painéis, nos dias 27 e 28 foram realizadas 56 oficinas em diversas áreas da saúde. A extensa programação inclui ainda a 2ª Mostra Paranaense de Projetos de Pesquisa para o SUS, com pôsteres dialogados e comunicações coordenadas em vários eixos temáticos, como formação em saúde, políticas públicas, gestão em saúde, vigilância, redes de atenção, tecnologias do cuidado, entre outros. Durante o Congresso 475 trabalhos científicos concorrem ao 1º Prêmio Inova Saúde Paraná , que busca estimular a produção de pesquisas científicas de caráter inovador e a troca de experiências.

Com informações do Canal Saúde.

Fonte: SESA

Descontração e convivência nos intervalos da programação científica do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública, que está sendo realizado na UFPR-Litoral, em Matinhos. É o maior encontro do Estado nesta área, com mais de 1.200 pessoas, entre inscritos, coordenadores e convidados.

Confira as fotos.

Dentro da programação científica do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública, em Matinhos, está sendo realizada nesta sexta-feira, dia 29/07, a apresentação dos inscritos na 2ª Mostra Paranaense de Projetos para o SUS. No total, 513 trabalhos foram submetidos à Comissão Científica, que selecionou 475 projetos, desenvolvidos em 122 municípios do Paraná. Eles estão sendo apresentados por profissionais, professores e estudantes de graduação e de pós-graduação dos cursos da área da saúde, servidores públicos e líderes comunitários com atuação no setor da saúde.

Dos selecionados, a Comissão Julgadora Interdisciplinar do 1º Prêmio INOVA SAÚDE PARANÁ, destacou 63 trabalhos para concorrer à premiação em sete áreas temáticas. A entrega dos prêmios será neste sábado (30/07), no encerramento do Congresso.

Confira as fotos.

Estudantes que participaram do projeto piloto VIVER-SUS PARANÁ, um programa de extensão universitária desenvolvido no Litoral em janeiro deste ano, compartilharam a experiência numa Oficina de Trabalho do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública, realizado em Matinhos. Num dos intervalos da programação, eles receberam os certificados de participação no projeto.

O Programa de Vivências no Sistema Único de Saúde no Paraná também é tema do Suplemento 4 do Volume 16 da Revista Espaço para a Saúde, que teve lançamento nesta quinta-feira (28/07).

O VIVER-SUS Paraná tem como objetivo aproximar os estudantes de graduação de Medicina e dos demais cursos da área de saúde existentes no Estado, para compreender os desafios que envolvem a implantação do sistema de saúde no Paraná. Visa também desenvolver práticas de atenção à saúde, de acordo com as competências e habilidades adquiridas nos respectivos cursos e séries.

No projeto piloto, durante duas semanas 19 estudantes de medicina da Faculdade Pequeno Príncipe conheceram a realidade da região, que enfrenta uma epidemia de dengue. Nesse período, foram treinados em diversos procedimentos e também na importante questão da comunicação com o paciente. Os alunos vivenciaram vários cenários da prática, em diferentes situações, nas fases primária, secundária e terciária.

Segundo o idealizador do projeto, estudante Marcelo Yamane, “os alunos puderam compreender o complexo sistema SUS e suas dificuldades, que exigem mudanças para melhorar a eficiência e torná-lo universal, para atender a todos da melhor maneira possível”. Ainda segundo Marcelo, a expectativa é que o VIVER-SUS Paraná se expanda para todas as regiões do Estado e que se torne multidisciplinar.

O projeto é uma iniciativa da Escola de Saúde Pública do Paraná e foi coordenado pelo diretor da ESPP, Márcio José de Almeida. Conta ainda com a parceria da Instituição de Ensino Superior Faculdades Pequeno Príncipe, Inesco – Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, secretarias municipais de Saúde, 1ª Regional de Saúde da SESA e Hospital Regional do Litoral/SESA.

O secretário estadual da Saúde em exercício, Sezifredo Paz, participou nesta quarta-feira (27) da solenidade de abertura do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva, realizado em Matinhos, no litoral do Estado. Até sábado (30), mais de 1,2 mil pessoas participarão do evento, cujo tema deste ano propõe uma reflexão sobre os rumos do sistema público de saúde no Paraná.

O congresso é promovido pelo Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (Inesco), em parceria com a Escola de Saúde Pública do Paraná. "Trata-se do maior evento dedicado ao debate das políticas públicas de saúde do Estado. Um grande encontro, que com certeza contribuirá muito para a qualificação do SUS no Paraná", ressaltou o secretário em exercício, durante seu pronunciamento na abertura dos trabalhos.

Ele destacou ainda o esforço que vem sendo feito pelo Estado no sentido de ampliar as ações voltadas à educação permanente da força de trabalho da saúde. "Todos os nossos programas estratégicos da Secretaria da Saúde mantém uma vertente de capacitação. Isso é essencial, porque quem realmente faz a diferença no SUS são os profissionais de saúde", completa Sezifredo.

Entre os congressistas, estão gestores públicos e de hospitais, profissionais de saúde, pesquisadores, professores, estudantes de graduação e pós-graduação, conselheiros de saúde e demais líderes do setor. A programação envolve 48 oficinas temáticas, além de conferências, painéis de discussão, mesas redondas, lançamentos de livros e outras atividades.

PROGRAMAÇÃO - O presidente do Inesco, João Campos, explica que o evento bateu recorde de inscrições e tem tudo para ser um marco para a saúde pública paranaense. "Temos uma rica programação científica, que trata de temas de extrema relevância para quem atua no SUS. Em algumas oficinas, inclusive, serão elaborados documentos com propostas para melhorar ainda mais os programas e políticas de saúde já desenvolvidas no Estado", informou.

Para Campos, a participação maciça dos profissionais de saúde revela o protagonismo do congresso dentro do calendário de eventos do setor. "Após 14 anos da primeira edição, resgatamos o congresso de saúde pública em 2014. O sucesso daquele evento nos credenciou a organizarmos uma nova edição neste ano. Sem o apoio do governo estadual, tudo isso não seria possível", lembrou o presidente do Inesco.

MOSTRA - Além do número de participantes, aumentou também o número de inscritos na 2ª Mostra Paranaense de Projetos de Pesquisa para o SUS. Neste ano, foram recebidos 513 trabalhos, sendo que 475 foram aprovados e serão apresentados ao longo do congresso. Ao todo, 132 municípios estão representados "A qualidade dos projetos recebidos mostram que o Paraná tem avançado muito na área de pesquisa", enfatizou a coordenadora da comissão avaliadora, Ana Lúcia Fonseca.

Segundo a coordenadora, destes trabalhos aceitos, 63 foram selecionados para concorrer ao 1º Prêmio Inova Saúde, criado para valorizar quem contribui diretamente para a qualificação do SUS através de pesquisas. Os vencedores serão revelados no sábado, durante o encerramento do congresso.

O prêmio será concedido aos três melhores projetos classificados em cada uma das sete categorias: Formação em Saúde e Integração Ensino-Serviço-Comunidade, Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde, Planejamento e Gestão em Saúde, Políticas Públicas de Saúde - Redes de Atenção, Tecnologias de Informação e Comunicação em Saúde, Tecnologias do Cuidado em Saúde Pública e Vigilância em Saúde.

HOMENAGEM - Durante a solenidade de abertura, a conselheira estadual de Saúde Rosalina Batista, de Londrina, foi homenageada pela organização do evento por conta de sua atuação de destaque em defesa do SUS do Paraná. Representante dos usuários na entidade, Rosalina foi aplaudida de pé por todos os congressistas.

A conselheira também faz parte da nova edição da "Espaço para a Saúde", uma revista especializada em saúde pública. Produzida pelo Inesco, ela traz textos importantes para compreender o novo momento do SUS no Estado e no país.

Fonte: SESA

A importância da história do Estado para o turismo, em especial do litoral, foi o enfoque da conferência de Jacó Gimennes, presidente da Paraná Turismo, nesta quinta-feira (28/07), na programação do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública. O evento está sendo realizado em Matinhos, numa promoção do Inesco – Instituto de Estudos em Saúde Coletiva e SESA/Escola de Saúde Pública, com apoio das sete prefeituras da região.

O presidente da PRTUR apresentou oito fragmentos da história, para mostrar como foi a colonização do Paraná e a influência dos povos que aqui chegaram, na cultura e no desenvolvimento do Estado.

E o conferencista surpreendeu. Para contar tudo isso, teve a participação do Coordenador de Turismo Cultural da Paraná Turismo, Hardy Guedes, escritor de literatura infantil e compositor, vencedor do Prêmio Sharp de Música de 1999. Ele apresentou canções sobre o Estado, que integram o projeto Reparanar, aprovado pelo Programa de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná. O projeto prevê a gravação de um CD com 16 canções e apresentações em várias cidades. Duas delas foram compostas especialmente para a conferência: Paraná Espanhol e Monge João Maria.

Para o presidente do PRTUR, a realização do Congresso de Saúde Pública, em Matinhos, com programação científica, cultural e de turismo, é um incentivo para que os hoteleiros do litoral criem mecanismos para a atração de uma agenda de eventos de estudos e de negócios, movimentando toda a região.

Confira fotos do segundo dia de Oficinas de Trabalho do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva, realizado no Campus da UFPR-Litoral.

Confira as fotos!

Participantes e convidados lotaram o anfiteatro da UFPR - Litoral, em Matinhos, nesta noite de quarta-feira (27/07), prestigiando a solenidade de abertura do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública e 2ª Mostra Paranaense de projetos para o SUS.

Confira as fotos!

O desenvolvimento de uma nova tecnologia de encaixes de próteses, que facilita na reabilitação de amputados de membros inferiores, será apresentada nesta sexta-feira, dia 29/07, no 3º Congresso Paranaense de Saúde pública Coletiva, na programação das Rodas de Debate. O Congresso está sendo realizado na UFPR – litoral, em Matinhos e prossegue até sábado.

Quem vai demonstrar a novidade e o que o equipamento representa na inclusão de amputados na sociedade é Lucas Paes de Melo, co-fundador da AMPARO.

O Projeto AMPARO nasceu em 2014, em Berlim, na Alemanha. Desde então, desenvolve uma nova tecnologia de encaixes de próteses. A modelagem do encaixe é feita diretamente no membro residual do paciente, diminuindo as horas de trabalho de técnicos ortopedistas além de permitir que o amputado retorne andando para casa em uma única consulta. O mesmo encaixe pode ser remodelado diversas vezes, tornando-o muito mais econômico e sustentável devido à reutilização de materiais. Todos estes fatores ajudariam a aliviar o SUS, cuja fila para entrada nos serviços de reabilitação podem superar um ano de espera. Não bastasse todos estes benefícios, também é possível fazer o atendimento móvel para pacientes que não podem se locomover até uma clínica.

Lucas é Sanitarista com formação em Relações Internacionais e tem um histórico de atuação na saúde pública do Brasil. “Tenho um ideal de luta em prol da saúde enquanto direito inegável e esta tecnologia tem o potencial para ajudar na reabilitação de amputados do mundo inteiro, proporcionando condições dignas para muitas pessoas. Como sou brasileiro e mentor do projeto estou buscando viabilizar que o Brasil seja o primeiro país onde o AMPARO Socket será implementado”, diz Lucas.

“Acreditamos que desta forma seja possível aumentar significativamente o acesso de amputados de membros inferiores a meios de reabilitação, principalmente para a população mais carente, cujo acesso é significativamente precário”, ressalta.

Ele lembra que em muitos municípios brasileiros não há infraestrutura nem corpo técnico qualificado para fazer a manufatura de prótese e é preciso encaminhar os pacientes para outras cidades, num processo extremamente cansativo e que eleva o custo do atendimento para o estado.

Lucas está percorrendo o Brasil, visitando diversas instituições ligadas à área de reabilitação de amputados e apresentando o AMPARO Socket. “Não se trata de vender um produto, mas sim de compreender como esta inovação pode ser incorporada na realidade brasileira, uma vez que temos todo interesse que isto seja proporcionado de graça para as pessoas com reais necessidades, e no caso do Brasil é pelo SUS”, enfatiza Lucas.

Para conhecer mais sobre esse trabalho, acesse www.amparo.com.de

As salas de aulas da UFPR – Litoral, de Matinhos, estão ocupadas por estudantes, professores, pesquisadores, especialmente nas áreas de saúde coletiva e de saúde pública, profissionais e dirigentes de serviços de saúde, além de conselheiros municipais, dirigentes de entidades e líderes comunitários de todo o Paraná e de outros 13 estados, além do Distrito Federal.

São os inscritos para as oficinas de trabalhos - minicursos de 4 e 8 horas - nos mais diferentes temas, que integram a programação do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva.

Confira as fotos.

Os inscritos no 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva, realizado no Campus da UFPR em Matinhos, além da participação nas atividades científicas, terão a oportunidade de conhecer a cultura e as belezas do Litoral do Paraná.

Nesta quarta-feira (27), o Grupo de Fandango de Paranaguá fará uma apresentação na abertura do Congresso, na Noite Caiçara, com apoio da Fundação Municipal de Paranaguá. O Fandango é uma expressão musical – coreográfica, poética e festiva, implantada no litoral e considerada a mais legítima manifestação cultural do Paraná, cujas origens remontam ao tempo da colonização.

As danças são conhecidas como um conjunto de coreografias chamadas marcas, acompanhadas por um conjunto musical formado por duas violas, uma rebeca, um machete, um adufo e uma caixa. O Fandango Caiçara hoje é um bem registrado e reconhecido como patrimônio imaterial da cultura brasileira pelo IPHAN – Instituto do Amanhã (28), o Presidente da Paraná Turismo, Manoel Jacó Garcia Gimennes, fará uma conferência sobre “A História do Paraná e do Litoral”. Será às 11 horas, no Auditório 1. A PRTUR executa a Política Estadual de Turismo, implementando programas e projetos de incentivo ao setor.

A Agência de Turismo oficial do Congresso também programou passeios para que os turistas possam conhecer a Ilha do Mel e as cidades de Paranaguá, onde fica um dos mais movimentados portos brasileiros, Antonina, com sua baía e o casario colonial português e Morretes, com o prato típico da região, o barreado com frutos do mar. O artesanato regional é outra atração, em peças produzidas com matérias-primas naturais.

Outro programa imperdível é o passeio de trem pela Serra do Mar, na centenária Estrada de Ferro Paranaguá/Curitiba até a cidade Histórica de Morretes, vislumbrando a exuberância da maior porção de Mata Atlântica Brasileira preservada (fauna e flora), além da magnífica engenharia de época.

Madre Inez de Souza Carvalho, conhecida como a Freira do Rap, que se dedica à evangelização pela arte, vai levar ao 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública, de 27 a 30 de julho, em Matinhos, a experiência que realiza no Litoral do Paraná.

Ela é fundadora e moderadora geral da comunidade Milagre Eucarístico em Paranaguá, que há 14 anos trabalha com pessoas em situação de vulnerabilidade social, entregues às drogas, prostituição e que precisam resgatar a sua dignidade. O trabalho é diretamente ligado à arte, através da música, dança e teatro.

Hoje desenvolve, pela Instituição, atividades com a população em situação de rua, com o principal objetivo de reintegrar homens, mulheres, jovens e adolescentes à sociedade, uma vez que, por diversidades da vida e extrema pobreza, fizeram da rua sua principal moradia, desfazendo-se assim de seus vínculos sociais e familiares.

As atividades desenvolvidas consistem no acolhimento, escuta, estudo de caso, orientação e suporte, mobilização e fortalecimento do convívio social e familiar (com visita às famílias), garantia dos direitos, encaminhamentos para rede de saúde e assistência social, alimentação, grupos de apoio como o programa Amor Exigente 1, entre outros.

Também atua na recuperação para dependentes químicos, trabalho desenvolvido numa chácara e iniciará, em setembro, o trabalho com mulheres em situação de risco e com dependência de álcool e outras drogas.

Todo ano Madre Inez realiza em Paranaguá o “Evento do Hip Hop no Litoral”, onde reúne jovens com a intenção de profissionalizar e conscientizar adeptos ao movimento, levando-os a participar de shows, minicursos e oficinas.

Além de estar envolvida em todas essas atividades, ainda prega em retiros, faz palestras e shows por todo Brasil e está trabalhando no lançamento de seu novo CD “No Tempo de Deus”.

No Congresso de Saúde Pública, Madre Ignez vai coordenar, juntamente com Joice Krominski Graça, uma oficina com o tema “O RAP, a saúde e as problemáticas vividas pela Juventude: lições de uma experiência em andamento”. Integrantes do movimento Hip Hop também vão participar das atividades, com demonstração de dança e apresentação de MCs. O objetivo é relacionar a dinâmica com as implicações positivas que podem ocorrer em uma sociedade que tem a cultura como fator de inclusão social. A oficina será nesta quarta-feira (27/07), às 14 horas, na Sala do Jardim, na UFPR- Litoral, que fica na rua Jaguariaíva, 512, em Matinhos.

Este ano, devido ao alto índice de casos de dengue no Litoral do Paraná, atendendo pedido de alguns médicos e da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, Madre Inez escreveu o Rap “Brasil sem o Mosquito” e fez um clipe para conscientizar toda a população no combate à dengue e outros vírus. A apresentação desse Rap encerra a programação do Congresso, na manhã do sábado, dia 30.

A secretaria e a área de estandes já estão movimentadas para orientações e entrega de crachás e pastas com o material.

É a primeira atividade do evento, cuja programação científica começa hoje à tarde (27/07), com oficinas de conhecimento que serão realizadas entre 14 e 18 horas. No local também estão montadas exposições dos apoiadores e patrocinadores.

A cerimônia de abertura do Congresso será às 19 horas no Auditório 1 da UFPR, na Rua Jaguariaíva 512, seguida da Noite Caiçara, com apresentação do Grupo de Fandango de Paranaguá.

Cique aqui para ver as fotos

Durante a solenidade de abertura do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública, nesta quarta-feira, (27/07), às 19h00, no anfiteatro da UFPR – Litoral, será feito o lançamento da Revista de Saúde Pública do Paraná (NOVA - Espaço para a Saúde) e três Suplementos do número anterior da publicação.

Considerada uma edição histórica, a Revista chega com título renovado, novas seções, relatos de experiência e mais espaço para quem atua nos serviços de saúde.

Publicação do INESCO – Instituto de Estudos em Saúde Coletiva e SESA/Escola de Saúde Pública – Centro Formador de Recursos Humanos, Espaço para a Saúde está no Volume 17.

Essa edição traz uma entrevista com Eugênio Vilaça Mendes, estudioso de sistemas de saúde do mundo todo, além de uma análise da conjuntura feita por Carlos Homero Giacomini “Chega de assunto velho, é hora de assumir responsabilidades... outra vez”. E também os artigos “Receitas para não universalizar a cobertura à saúde em países em desenvolvimento”, de André Cézar Medici; “Diferentes estratégias de gestão de estabelecimentos de saúde vinculados ao SUS”, de Gonzalo Vecina Neto, além de vários outros selecionados pelo Conselho Editorial, que ganhou novos integrantes.

Para João José Batista de Campos, diretor-presidente do Inesco e Presidente do Conselho Editorial, “em 27 anos a Revista ampliou o número de leitores, manteve a respeitabilidade no meio científico, demonstrado pelo crescente afluxo de manuscritos submetidos para publicação e pela indexação em várias bases de produção científica”.

Segundo o editor da publicação, Márcio José de Almeida, diretor da Escola de Saúde Pública, “são contribuições valiosas para manter atualizados os profissionais que atuam na assistência e na gestão, tanto no meio universitário como no sistema de saúde”.

Serão lançados também os seguintes Suplementos do Volume 16 da Revista Espaço para a Saúde: REpS v. 16 – suplemento 3 – “Programa de Pesquisa para o SUS: Gestão compartilhada em Saúde (PPSUS) – edital 04/2012; REpS v. 16 – suplemento 4 – “Programa de Vivências no SUS no Paraná – VIVER-SUS PARANÁ”; REpS v. 16 – Suplemento 5 – “Capacitação de Conselheiros Municipais e Estaduais de Saúde e Secretarias Executivas dos Conselhos de Saúde do Paraná.

O 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva, de 27 a 30 de julho, em Matinhos, terá participação relevante do CONASS – Conselho Nacional dos Secretários de Saúde, apresentando as discussões sobre a Agenda de Eficiência para o SUS.

O Conselho promove a articulação e a representação política da gestão estadual do SUS, proporcionando apoio técnico às Secretarias Estaduais de Saúde, com incentivo à inovação, troca de experiências e de boas práticas. No momento atua, entre outras questões, na implantação das Redes de Atenção à Saúde (RAS), na estruturação da Atenção Primária à Saúde (APS) e na Atenção Especializada, além de uma proposta de apoio nas áreas administrativas das Secretarias Estaduais de Saúde.

O Secretário de Estado de Saúde do Paraná, Michele Caputo Neto, integra a diretoria do CONASS para a gestão 2016/2017, como vice-presidente para a região Sul.

Os três painéis da grade de programação do Congresso no dia 29 serão apresentados por membros do Conselho. O Consultor Eugênio Vilaça Mendes, referência nos movimentos para avanços na área da saúde no Brasil, vai coordenar o Painel: “Agenda de eficiência para o SUS I – Gestão da Clínica”, tendo como expositores Maria José Evangelista -“Planificação da atenção à saúde”, Eliana Dourado - “Atenção ambulatorial especializada” e Marise Gnatta Dalcuche, da diretoria geral da SESA e chefe do Núcleo de Descentralização do SUS no Estado, que apresentará “A experiência do Paraná”.

René Santos, da Assessoria Técnica do Conass, será responsável pela coordenação dos outros dois painéis da sexta-feira. “Agenda de eficiência para SUS II – Financiamento”, com as expositoras Viviane Rocha de Luiz – “Financiamento do SUS” e Ana Paula Soter – “Revisão da Portaria GM/MS 204/2007” e ainda o painel “Agenda de eficiência para o SUS III – Gestão de Recursos”, que terá os expositores Ana Paula Soter – “Administração Pública”, Lourdes Lemos Almeida – “Planejamento no SUS e Haroldo Pontes – “Gestão do Trabalho no SUS”.

Essas discussões são importantes para o necessário aprimoramento dos atuais padrões de financiamento, de organização, de formação profissional, de assistência e de gestão que o SUS tem adotado nos últimos anos.
Segundo os organizadores, com a participação do CONASS, o 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública ganha dimensão nacional, na busca pela capacitação dos profissionais e de inovações que colaborem com a eficiência do SUS.

A realização do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva, no Campus Litoral da Universidade Federal do Paraná, em Matinhos vai movimentar o litoral entre os dias 27 e 30 de julho. As vagas se esgotaram antecipadamente, com mais de 1.200 inscritos, um recorde de participação. No congresso anterior, realizado em 2014, em Curitiba, foram 1.001 inscritos.

Participam profissionais e dirigentes que atuam nos diversos serviços de saúde, professores, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação em saúde, conselheiros de saúde, líderes e dirigentes de entidades e movimentos comunitários de saúde.

O congresso é promovido pelo iNESCO – Instituto de Estudos em Saúde Coletiva e Secretaria de Estado da Saúde (SESA), por meio da Escola de Saúde Pública – Centro Formador de Recursos Humanos e conta também com o patrocínio do Ministério da Saúde, Fundação Araucária, UFPR e prefeituras dos sete municípios do litoral paranaense, além do apoio de diversas instituições e órgãos nacionais e internacionais de ensino superior e da saúde.

O tema central do Congresso é “Novos Olhares para a Saúde” e representa a oportunidade para reflexões e discussões que ajudem a enxergar e construir uma nova realidade e, assim, contribuir para a expansão e qualificação da saúde pública no Paraná”, segundo o diretor presidente do Inesco Prof. João Campos.

Serão 48 oficinas de trabalho - minicursos de 4 e 8 horas, nos dias 27 e 28, quarta e quinta-feira - abordando os mais diversos temas, desde legislação, gestão e qualidade dos serviços do SUS, implementação de programas de prevenção, planejamento das ações em Saúde da Família, desafios da democratização da saúde, a vigilância de violências e acidentes como política pública em saúde, até discussões sobre mudanças na formação médica e nos cursos das outras carreiras da área da saúde, a capacitação de profissionais e também dos conselheiros municipais . E, ainda, aspectos culturais e de cidadania, como fatores de inclusão social.

Outro destaque da grade de programação é a 2ª Mostra Paranaense de Projetos de Pesquisa para o SUS, com a apresentação de 475 trabalhos científicos, que será realizada durante o dia 29 (sexta-feira), com relatos de experiências e projetos inovadores desenvolvidos na saúde pública, em 122 municípios paranaenses. Dentre esses trabalhos e projetos de pesquisa, 63 concorrem também ao 1º Prêmio Inova Saúde Paraná, com o objetivo de estimular a produção de pesquisas científicas de caráter inovador e a troca de experiências, além de valorizar os profissionais do SUS, os professores, estudantes e líderes comunitários, comprometidos com o desenvolvimento e a melhoria do SUS no Paraná. Essa 1ª edição do Prêmio Inova tem o patrocínio da Fomento Paraná, Compagas e Sanepar.

E completando a programação, serão realizadas conferências, painéis, rodas de debates, lançamento de livros e revistas. Acesse a grade da programação completa do congresso neste site, nos links correspondentes.

Quem não garantiu o transporte até Matinhos, para o 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública, de 27 a 30 de julho, pela Agência de Turismo oficial do evento, pode consultar a disponibilidade de passagens na VIAÇÃO GRACIOSA - www.viacaograciosa.com.br - venda direta no site.

1-Saindo da Rodoviária de Curitiba, com destino a Matinhos
De segunda a quinta-feira, nos seguintes horários:
07:15 – 10:15 – 13:00 – 14:15 – 17:15 – 18:45 e 21:15
Às sextas e sábados, mais duas opções de horários.
Também às 09:00 e 16:00

2-Saindo de Matinhos, com destino à Rodoviária de Curitiba
De segunda a quinta-feira, nos seguintes horários:
07:45 – 10:30 – 14:30 – 17:30 – 18:30 e 20:30
Às sextas, sábados e domingos, mais duas opções de horários.
Também às 13:45 e 15:30

O RECONHECIMENTO DE EXPERIÊNCIAS E PROJETOS INOVADORES

Iniciativa do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - iNESCO e da Secretaria de Saúde do Paraná, o 1º Prêmio INOVA SAÚDE PARANÁ, que tem como objetivos reconhecer, identificar e premiar projetos e experiências inovadoras na saúde pública, conta com a parceria e o apoio da Sanepar, Compagas e da Fomento Paraná.

No total, 513 trabalhos foram submetidos à Comissão Científica do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva, que selecionou 475 projetos desenvolvidos em 122 municípios paranaenses. Eles serão apresentados por profissionais, professores e estudantes de graduação e de pós-graduação dos cursos da área da saúde, servidores públicos e líderes comunitários com atuação no setor da saúde, no dia 29 de julho, na programação científica do Congresso – de 27 a 30 de julho, em Matinhos, litoral do Paraná.

E dos selecionados, a Comissão Julgadora Interdisciplinar do 1º Prêmio INOVA SAÚDE PARANÁ, destacou 63 trabalhos para concorrer à premiação em sete áreas temáticas: Formação em Saúde e Integração ensino-serviço-comunidade, Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde, Planejamento e Gestão em Saúde, Políticas Públicas de Saúde – Redes de Atenção, Tecnologias de Informação e Comunicação em Saúde, Tecnologias do Cuidado em Saúde Pública e Vigilância em Saúde.

De acordo com o regulamento, serão premiados os três melhores colocados de cada uma das sete categorias. Para o primeiro de cada categoria serão concedidos diploma, troféu e oferta de publicação no Número 2 da Revista Espaço para a Saúde/ Revista de Saúde Pública do Paraná, a ser lançada em dezembro de 2016. Para os 2º e 3º lugares em cada eixo temático serão concedidos diplomas e medalhas.

A solenidade de entrega dos troféus e diplomas do 1º Prêmio INOVA SAÚDE PARANÁ será no encerramento do Congresso, marcado para o dia 30 de julho, no Campus Litoral da Universidade Federal do Paraná (UFPR), sede de todas as atividades do maior encontro paranaense de saúde pública.

Comissão Organizadora do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública reuniu hoje à tarde, numa das salas do SESC Caiobá, a equipe que vai colaborar na realização das oficinas de trabalho e outras atividades do evento. Participaram integrantes da comissão científica, da comissão julgadora do 1º Prêmio Inova Saúde Paraná, coordenadores de trabalhos científicos e representantes de órgãos apoiadores. O Congresso será aberto nesta quarta-feira, dia 27, na UFPR-Litoral. A promoção é do Inesco e SESA/Escola de Saúde Pública.

Alunos do curso de Saúde Coletiva da UFPR-LITORAL vão colaborar na realização do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública (27 a 30 de julho), em Matinhos. Eles vão ajudar na recepção aos mais de 1.200 participantes, entre inscritos, coordenadores de trabalhos e palestrantes convidados. Os universitários também vão dar apoio às 48 oficinas e às demais atividades programadas. O presidente do Inesco e coordenador geral do Congresso, professor João Campos, acompanhado do coordenador do curso, professor Nailor Kleinubing, recepcionou os estudantes voluntários e agradeceu pela importante colaboração.

O pessoal da Escola de Saúde Pública - co-promotora do 3º Congresso de Saúde Pública - realiza um mutirão cooperativo em apoio aos serviços de secretaria do evento, como organização de pastas e outros preparativos para a recepção dos participantes, já na manhã desta quarta-feira, 27/07. O Congresso vai até sábado na UFPR-Litoral, em Matinhos.

center

O diretor geral da UFPR - Litoral, professor Renato Bochicchio e o Coordenador do curso de Saúde Coletiva, Nailor Kleinubing, receberam hoje a comissão organizadora do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública. Todas as atividades do evento serão realizadas na instituição, de 27 a 30 de julho. Na visita, o presidente do Inesco, professor João Campos, entregou o Programa e o Suplemento Científico do Congresso e agradeceu a parceria da UFPR-litoral.

Os participantes que precisarem de transporte de Curitiba até Matinhos, no litoral do Estado, onde serão realizadas as atividades do 3º Congresso Paranaense de Saúde Pública/Coletiva, têm até sexta-feira, dia 22 de julho, para fazer a reserva junto à Agência de Turismo oficial do evento. Lembrando que o transporte será custeado pelo participante interessado. Passageiros que não fizerem a reserva e o pagamento com antecedência, não poderão embarcar.

O ponto de saída e de chegada é na Avenida Presidente Affonso Camargo (em frente ao nº 279 – Hotel Itamaraty – próximo à Rodoferroviária de Curitiba)

Estão previstos os seguintes horários de saída:
27/07 – Curitiba/ Matinhos - 10 e 19 horas
28/07 – Curitiba/ Matinhos - 6 horas
30/07 – Matinhos/Curitiba - 14 horas

O valor por pessoa, por trecho, é R$ 50,00 (ou R$ 100,00 – ida e volta)

Para transporte de grupos privativos, o preço é R$ 550,00 (15 pessoas em van executiva para 12 horas de utilização ou 120km).

Importante os passageiros ficarem atentos que a tolerância de atraso é de 10 minutos em cada saída e que não haverá reembolso do valor pago em caso de desistência ou atraso no embarque.

ANOTE TAMBÉM OS CONTATOS DA CADENCE TURISMO:
Para mais informações entre em contato com a Agência de Turismo Oficial do evento Telefones: (41) 3046-0969 ou (41) 3019-0948
Emails: larissa@cadenceturismo.com.br e maira@cadenceturismo.com.br.

Confira as opções:

PASSEIO DE TREM – SERRA DO MAR (SAÍDA DE CURITIBA) – Viagem de trem pela Serra do Mar, na centenária Estrada de Ferro Paranaguá/Curitiba até a cidade Histórica de Morretes, vislumbrando a exuberância da maior porção de Mata Atlântica Brasileira preservada (fauna e Flora), além da magnífica engenharia de época. Visita à cidade Histórica de Antonina, com sua baía e o casario colonial português. Almoço típico em Morretes (barreado com frutos do mar). Após o almoço, visitação ao artesanato local.

Saída: 7 horas.
Retorno: 17 horas.

Inclui: Transporte hotel/ estação ferroviária/ passagem de trem turístico, almoço em Morretes. Retorno de van para Curitiba ou para Matinhos e guia de Turismo.

• Valor por pessoa em Classe Turística (serviço de bordo com água ou refrigerante mais kit lanche e guia turístico em português) – R$ 235,00
• Valor por pessoa em Classe Executiva (serviço de bordo com água, refrigerante e cerveja mais kit lanche e guia turístico bilíngue) – R$ 268,00

ILHA DO MEL - TRANSPORTE, BARCA E ALMOÇO - Embarque no hotel ou local indicado a partir das 9 horas (Caiobá ou Matinhos), Transfer Caiobá ou Matinhos, Pontal do Sul, Caiobá ou Matinhos, barco ida e volta para Ilha do Mel, almoço (sem bebidas e sobremesas). O grupo é acompanhado por guia durante todo o trajeto.

Valor por pessoa, de acordo com o número de passageiros confirmados:
01 passageiro - R$ 630,00
02 a 03 passageiros - R$ 370,00
04 a 08 passageiros - R$ 323,00
10 a 12 passageiros - R$ 195,00
14 a 18 passageiros - R$ 199,00
20 a 25 passageiros - R$ 167,00
27 a 31 passageiros - R$ 165,00
35 a 40 passageiros - R$ 163,00

CITY TOUR PARANAGUÁ, MORRETES E ANTONINA - Saída de Caiobá 9 horas, city tour Paranaguá, almoço em Morretes, city tour Morretes e Antonina, volta para Caiobá por volta de 16h30. O grupo é acompanhado por guia durante todo o trajeto.

Valor por pessoa, de acordo com o número de passageiros confirmados:
01 passageiro - R$ 590,00
02 a 03 passageiros - R$ 330,00
04 a 08 passageiros - R$ 283,00
10 a 12 passageiros - R$ 155,00
14 a 18 passageiros - R$ 159,00
20 a 25 passageiros - R$ 127,00
27 a 31 passageiros - R$ 125,00
35 a 40 passageiros - R$ 123,00

ATENÇÃO:
Os passeios serão confirmados com um mínimo de quatro pessoas. Para passeios privativos ou em outros idiomas, é preciso consultar a agência. As reservas de passeios devem ser feitas com no máximo 24 horas de antecedência, ficando sujeito à confirmação de disponibilidade.

Para mais informações entre em contato com a Agência de Turismo oficial do evento – Cadence Turismo:
Telefones: (41) 3046-0969 ou (41) 3019-0948
Emails: larissa@cadenceturismo.com.br e maira@cadenceturismo.com.br

1

Promoção

Co-Promoção

Gerência Operacional

Redes Sociais

Copyright © INESCO - Todos os direitos reservados
hidea.com