Page 27 - ANAIS_3º Congresso
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EIXO TEMÁTICO: Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde TRABALHO 72
Projeto saúde e prevenção nas escolas
AUTOR PRINCIPAL: Suzana Guizzo | AUTORES: Marcos Fernando Soares, Jessica Leonita Sartor, Fabiane Madalena Krewer Barbian,
Daniela Aparecida Pollis Brandini | INSTITUIÇÃO: CISCOPAR - Consórcio Intermunicipal de Saúde Costa Oeste do Paraná | Toledo-PR |
E-mail: cta@ciscopar.com.br
Problema: Proporcionar aos alunos da rede pública e privada informações atualizadas sobre prevenção em DST/HIV/Aids e sobre o uso de álcool
e outras drogas, de forma lúdica e atrativa ao público alvo. Fundamentação Teórica: Para Marcondes (1972, p. 91), “Educação para a saúde na
escola significa a formação de atitudes e valores que levam o escolar ao comportamento inteligente, revertendo em benefício de sua saúde e da
saúde dos outros. Não se limita a dar conhecimentos; preocupa-se em motivar a criança para aprender, analisar, avaliar as fontes de informações,
em torná-la capaz de escolher inteligentemente seu comportamento com base no conhecimento. Descrição da Experiência: O Consórcio
Intermunicipal de Saúde Costa Oeste do Paraná (CISCOPAR), em parceria com os Núcleos de Educação e as Secretarias Municipais de Saúde dos
municípios de Toledo e Assis Chateaubriand e a 20ª Regional de Saúde, desenvolveram o Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas 2016 através
do Concurso de Desenhos e Poesias, com o objetivo de promover a educação preventiva e continuada em DST/HIV/Aids e Drogas nas escolas,
construindo um processo de transformação da realidade, ampliando os conhecimentos dos adolescentes e estimulando a conscientização da
importância da prevenção. A participação é estimulada através da escolha das 12 melhores poesias e 12 melhores desenhos que compõem o
calendário do CISCOPAR no ano seguinte e também um prêmio para cada aluno e um prêmio sorteados para as escolas participantes e prêmio
para os professores que auxiliaram os alunos vencedores a realizar as poesias e os desenhos. Efeitos Alcançados: As ações desenvolvidas nas
escolas pela equipe do CTA-SAE possibilitou a expansão do conhecimento sobre as DST’s e sobre Álcool e Drogas, fazendo com que nossos jovens
e adolescentes reflitam sobre seus atos e as possíveis conseqüências caso adquiram um DST ou façam uso de álcool e/ou drogas. Levou também
a estes jovens a exercerem seus talentos artísticos através da confecção de desenhos e poesias. Recomendações: Para poder desenvolver ações
que levem nossos jovens e adolescentes a descobrirem os benefícios da educação em saúde, promovendo também educação na comunidade,
pois o que se aprende é compartilhado em casa e na comunidade em que cada indivíduo vive, é necessário auxiliar a compreensão do tema e a
realização dos exames de rotina, para a prevenção e controle das DST’s, assim como a redução do uso de álcool e outras drogas. Palavras-chave:
Educação, DST's, Drogas, CTA.
Referências bibliográficas: MARCONDES, R.S. Educação em saúde na escola. Rev. Saúde Pública vol.6 no.1 São Paulo Mar. 1972.
EIXO TEMÁTICO: Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde TRABALHO 74
Educação Permanente em Saúde em Laboratórios Públicos que
Prestam Serviços ao SUS
AUTOR PRINCIPAL: Gustavo Strieder Scherer | AUTORES: Francisca das Chagas Batista, Franciele Carline Spohr, Leila Wiedmann,
Stefania Bucaneve Guedes | INSTITUIÇÃO: Secretaria de Estado da Saúde | Foz do Iguaçu-PR | E-mail: gsscherer@hotmail.com
Introdução: No ambiente laboratorial o processo de educação em saúde deve considerar a imprevisibilidade do trabalho. O trabalho laboratorial,
dito em saúde é caracterizado como reacional, vivo em ato e coletivo. O conhecimento e o saber dos profissionais envolvidos nas análises são
produzidos a partir da relação entre os profissionais com os usuários. Nesse sentido, a legislação que norteia o funcionamento dos laboratórios
determina como requisitos mínimos a serem cumpridos registros de formação e qualificação de seus profissionais compatíveis com as funções
desempenhadas, assim como, devem promover treinamento e educação permanente (RDC nº 302/2005). Objetivo: Propor um modelo de
abordagem complementar para fortalecer o sistema de biossegurança e qualidade no laboratório clínico, orientado pelos princípios metodológicos
da educação permanente em saúde em movimento com foco na ampliação e garantia do nível de segurança dos resultados dos pacientes. Método:
Os dados laboratoriais foram obtidos do Sistema Estadual de Laboratórios do Paraná, o qual apresenta os seguintes dados: cadastramento de
Laboratórios: ficha cadastral; supervisão de Laboratórios e avaliação dos indicadores do Sistema de Gestão da Qualidade. Resultado: Os dados
obtidos na parte experimental do movimento em saúde apresentam o número de supervisões técnicas laboratoriais realizadas de 2011 a 2015
pelo Lacen UF, um total de quarenta e seis. Também, apresenta o número de laboratórios que fazem parte da Nona Regional de Saúde, trinta
e sete, e o número de repetições de supervisões realizadas - quinze. A avaliação dos processos de fortalecimento e melhoria laboratorial para
os indicadores abaixo relatados demonstraram que vinte e um laboratórios, cerca de 60%, atenderam aos requisitos mínimos de biossegurança.
Também, os dados obtidos para o indicador controle externo e interno da qualidade, atestam que mais de 80% dos laboratórios atendem a
tal requisito. A qualificação da equipe técnica é avaliada através de treinamentos específicos na área de atuação, em normas da qualidade,
em biossegurança e em descartes de resíduos. Os laboratórios da Nona Regional de Saúde apresentam 55% de atendimento parcial a tal
indicador. Conclusão: O fortalecimento laboratorial proposto neste estudo, alternativa multiferramenta, embasada no conhecimento, do saber
da experiência, na gestão compartilhada, na aprendizagem através de estruturas informais, na estrutura apoiadora e tecendo redes, foi capaz de
garantir. Palavras-chave: Educação em Saúde. Laboratórios. Saúde Pública.
Referências bibliográficas: BERTLITZ, F. A. Controle da qualidade no laboratório clínico: alinhado melhoria de processos, confiabilidade
esegurança do paciente. Bras Patol Med Lab, v.46, n.5, p. 353-363, 2010. MERHY, E.E.; FRANCO, T.B. Mapas analíticos: um olhar sobre
a organização e seusprocessos de trabalho. In: CARVALHO, S. Conexões. São Paulo: Hucitec, 2009. EPS EM MOVIMENTO. Refletindo sobre
ferramentas analisadoras. 2014. Disponível em http://eps.otics.org/material/entrada-textos/refletindo-sobre-ferramentas-analisadoras. Acesso
em: 02 jan. 2015.
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